Creators
Marcas
O que Marcas Precisam Saber Antes de Começar com UGC
8 de dez. de 2025
3 min de leitura
Entrar no universo do UGC é uma das decisões mais inteligentes para marcas que desejam aumentar a credibilidade, eficiência de anúncios e produção de conteúdo sem altos custos.
Mas, antes de começar, alguns pilares precisam ser bem definidos para que a campanha funcione de verdade.
1. UGC não é sobre viralizar,é sobre converter
Um dos maiores equívocos é acreditar que UGC existe para gerar viralização.
O objetivo do UGC é conversão, clareza e naturalidade.
Conteúdos simples e reais tendem a performar melhor do que produções elaboradas. Vídeos espontâneos, gravados por pessoas comuns, passam mais verdade e não criam ruído no feed do usuário. Por isso funcionam tão bem em anúncios e conteúdos orgânicos.
O UGC certo não busca atenção. Ele busca intenção de compra.
2. Nem todo creator serve para todos os objetivos
Escolher creators pelo número de seguidores não faz sentido no universo do UGC. O que importa é a habilidade do creator em entregar o tipo certo de conteúdo.
Para gerar vendas, é necessário trabalhar com creators que saibam produzir reviews, depoimentos, provas sociais e demonstrações reais do produto. Para branding, o ideal são creators com estética alinhada, narrativa consistente e capacidade de reforçar o posicionamento da marca. Já para tráfego pago, a prioridade é encontrar creators que dominem ganchos rápidos, ritmo de plataforma e estrutura de conversão.
Alinhar creator e objetivo é uma etapa essencial para garantir resultados consistentes.
3. Roteiro e direcionamento fazem toda a diferença
Creators são criativos, mas precisam de clareza. Quanto mais objetiva a marca for no briefing, melhor será a entrega.
O briefing deve incluir o objetivo do conteúdo, os pontos obrigatórios, a linguagem desejada e a mensagem principal. Também é importante enviar referências, dúvidas frequentes dos consumidores e diferenciais do produto.
Direcionamento não limita o creator. Pelo contrário, dá estrutura para que ele entregue um conteúdo estratégico, alinhado e útil para a marca.
4. Métricas importam,e importam muito
No UGC, não existe sucesso sem análise.
É necessário medir, entender e ajustar continuamente.
Com a Pubbli, a marca acompanha o desempenho de cada creator em tempo real. É possível analisar alcance, engajamento, conversão e performance geral da campanha. Essa leitura permite identificar os criadores que realmente geram retorno, os formatos mais eficientes e os conteúdos que devem ser escalados nos anúncios.
Quando a estratégia é guiada por dados, o UGC deixa de ser tentativa e erro e se torna um motor de crescimento.
5. Escalabilidade é parte da estratégia
Quanto mais uma marca cresce, mais conteúdo ela precisa produzir. Só que gerenciar tudo manualmente se torna lento, caro e pouco eficiente.
Sem um sistema estruturado, a marca enfrenta falta de variedade, atrasos, dificuldade de testes criativos e gargalos operacionais.
A Pubbli resolve isso ao conectar marcas a creators qualificados, organizar todo o fluxo de criação, facilitar aprovações e permitir que a empresa pague apenas pelos conteúdos aprovados. Isso reduz custos, aumenta a produtividade e garante um volume criativo muito maior.
Escalar UGC deixa de ser um desafio e se torna uma vantagem competitiva.
Conclusão
UGC não é tendência passageira. É uma mudança profunda na forma como marcas se comunicam, vendem e constroem confiança.
Autenticidade não é mais uma opção. É uma obrigação para marcas que desejam relevância.
Ao entender os pilares certos, escolher creators alinhados, dar direcionamento claro e escalar com eficiência, a marca entra no caminho mais rápido para aumentar conversão e se destacar no digital.




